Reflexões sobre a vida física e a causalidade

A vida só será entendida como dádiva e plenitude conferida.
As respostas sempre estão na nossa própria consciência. Como filhos das estrelas, no nosso íntimo estão guardados todos os conhecimentos universais.
Experiências vividas ao longo da rota evolutiva, que  a eternidade, tudo registra.
A razão é passional e criada por nossos desejos. Sem sentido para avaliarmos os propósitos da vida e da evolução. Palco de manifestações de formas, ilusão, fractais. Atômicos e vibráteis, que enganam os nossos sentidos objetivos.
A solidez é uma charada!
A verdadeira ação ocorre primeiro no mundo espiritual, cabendo ao mundo físico dela somente um reflexo.
Habitamos corpos físicos em uma vida física, para que se cumpra à vontade Suprema.
O pensador Novalis chegou a afirmar que:
A vida é uma doença do espírito.
Refere-se às dificuldades quase intransponíveis que a nossa consciência encontra, ao tentar definir, os propósitos da vida. Quando observada a luz do insatisfatório e pessoal conhecimento objetivo.
Borges chegou a observar que:
Todos os fatos que podem ocorrer a um homem, desde o instante do seu nascimento até o de sua morte, foram prefixados por ele.
Uma clara alusão de que o nosso destino foi de alguma forma, traçado pela nossa consciência e livre arbítrio.
Deus é inocente.
É a teoria da imortalidade da alma, do livre arbítrio total do homem e das reminiscências do inconsciente.

Por ter um espírito imortal, o homem, quando trazido à vida física, o é em missão e tudo o que lhe acontece foi por ele mesmo projetado. Com a permissão Superior.

E somente a ele compete julgar e avaliar a si mesmo, já que, como criação é parte integrante do todo.

O Espírito é uma centelha fragmentada do seio do Eterno e que ao se revestir de uma alma e um corpo físico cumpre uma missão. Assim são os diversos caminhos projetados para que neles ocorram as adaptabilidades e a instrumentalidade

Raphael Reys

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