Perder para ganhar

As vezes é preciso perder para dar VALOR.
É preciso chorar para aprender a AMAR.
É preciso confiar para se ENTREGAR,
e ainda assim a grande verdade é que,
é preciso ouvir para nunca GRITAR.
Todos irão sofrer um dia, para saber,
o verdadeiro sentido da felicidade!
Se sentir saudade:PROCURE.
Se sentir vontade: FAÇA.
Se tiver obstáculos: LUTE.
Se perder: NÃO SE ABATA.
Se gostar: VIVA!
“Muitas vezes deixamos de lutar pelo que realmente queremos,
pelo simples fato de não querer ouvir um NÃO…
o erro faz parte de todo o ser humano…
perdoar é preciso…e correr atrás daquilo que realmente queremos,
é uma obrigação nossa!!!
Viva… ame… pense… erre…
e depois do erro corra atrás de refazer o seu acerto
nada é pra vida toda!!! SÓ DEUS!!!

Minutos de Sabedoria

Lamentações

Lamentar não aumenta a nossa capacidade de reagir, nem tão pouco nos encoraja a enfrentar as dificuldades.

São as lamentações que nos deixam parados no tempo, perdendo a oportunidade de caminhar e seguir nossa vida.

Sempre colocamos as lamentações à frente de nossas lutas, sendo que lamentando não saímos do lugar, colocamos uma venda em nossos olhos e ficamos ali no escuro do nosso próprio engano.

Não lamentar e enxergar as dificuldades é tarefa daquele que se esmera em coragem, confiança e persistência, por isso levante-se reaja e continue sem lamentar.

Perdemos tempo demais lamentando enquanto há muito para ser feito.

Tudo o que há na vida é para ser explorado e vivido intensamente. cabe a cada um

de nós a força para caminhar sem lamentações.

Autor Desconhecido.

Por que nos acontecem coisas desagradáveis

Ninguém que siga ao desamparo divino.

O que ocorre de prejudicial, neste momento, bendirás depois.

O insucesso de agora se transformará em bênção mais tarde, se souberes esperar superando este momento.

Deus está em toda parte, e, obviamente, em ti e contigo também.

Procura encontrá-lo, não somente nas ocorrências ditosas, senão em todos os fatos e lugares.

O desafio da evolução é proposta de vida a ser conquistada por cada um em particular, e por todos em geral.

Intenta retirar o melhor proveito do aparente insucesso, que se converterá em lição preciosa em teu favor, quando de outros cometimentos.

O homem é templo de Deus, qual ocorre com a Natureza.

Reserva-te a satisfação de ser cada dia melhor do que no anterior, de forma que Ele em ti habite e, sentindo-o, conscientemente, facultes que outros indivíduos também O encontrem.

Assim, não te concedas ideias perniciosas, nem te proponhas frustrações ou amarguras dispensáveis, no teu programa de redenção.

Autor Desconhecido

Organize sua vida

Deus nos presenteou com 24 horas diárias, 30 dias por mês, 365 dias por ano. E o que fazemos de útil neste tempo? Como está nosso crescimento espiritual?
Precisamos organizar nossa vida.
Dormimos, em média, um terço de nossas vidas. O dia possui 24 horas e dormimos, em média, 8 horas por dia. Isso significa dizer que, quando fizermos 60 anos, teremos dormido 20 anos.
Em média, trabalhamos de 8 a 10 horas diárias, de segunda a sexta-feira. O trabalho é importante para sustento de nossa vida física.
Disso resulta que possuímos, em regra, de 6 a 8 horas livres, todos os dias, de segunda a sexta-feira, para crescimento de nosso Espírito.
Vamos fazer alguns cálculos utilizando 6 horas livres por dia, ficando assim de margem de erro 2 horas por dia (o que já é bastante coisa).
– De Segunda a Sexta-feira: 36 horas livres.
– Sábado (imaginando labor de no máximo 6 horas): 10 horas livres.
– Domingo (retirando duas horas a mais de sono, atingindo 10 horas de descanso físico): 14 horas livres.
– TOTAL DA SEMANA: 60 horas livres.
Assim, possuímos 60 horas por semana livre para dedicarmos ao crescimento de nosso Espírito, o que significa 300 horas por mês ou 3.600 horas por ano.
É muito tempo!
Precisamos organizar nossa vida de forma construtiva.
Não podemos viver como gado indo para o abate, dominados por reflexos condicionados da sociedade e do nosso próprio inconsciente.
É necessário despertar!
Precisamos nos preocupar com o nosso efetivo crescimento espiritual.
Para crescimento mínimo de nosso Espírito necessitamos:
a) Estudo espiritual: 1 hora por dia, de segunda a sexta-feira, total de 5 horas por semana.
b) Estudo profissional: 1 hora por dia, de segunda a sexta-feira, total de 5 horas por semana.
c) Exercícios físicos: 1 hora por dia, de segunda a sexta-feira, total de 5 horas por semana.
d) Caridade: ? (máximo possível).
Disso resulta que das 60 horas semanais, precisamos dedicar apenas 15 horas para construção do nosso Espírito (desenvolvimento moral e intelectual).
Restam ainda 45 horas semanais livres. Assim, pergunta-se: como podemos afirmar que não possuímos 1 ou 2 horas por semana para dedicar à caridade?
Jesus Cristo resumiu o que devemos fazer: “Amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como eu te amei”.
Se possuímos 45 horas semanais livres, porque não podemos doar 1 hora ao próximo? Claro que podemos e devemos. Aliás, quanto mais tempo permanecermos na prática da caridade, melhor!
O importante, além de adotarmos essas condutas mínimas de crescimento espiritual,é organizar nossa vida.
Precisamos analisar nossa rotina diária, semanal e organizá-la.
Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado, domingo. O que faremos em cada dia?
Em que horas iremos acordar, trabalhar, estudar, orar, fazer exercícios físicos, descansar a mente com entretenimento vazio (lembremos, possuímos 44 horas semanais livres, imaginando-se dedicar pelo menos 1 hora semanal para a caridade).
É necessário organizar nossa semana, nossos dias, nossos horários.
Do contrário, seremos guiados pelos reflexos condicionados da sociedade, passando nossas 60 horas em navegação na internet e assistindo novelas ou qualquer outro programa televisivo.
E a oração? Meditação? Estudo? Leitura? Saúde física e mental?
E o crescimento espiritual?
A mente é um músculo que precisamos exercitar diariamente para que se torne forte e consiga resistir aos ataques externos.
Como exercitá-la? Simples: por meio da oração, meditação e estudo.
Organizemos nossa semana, nossos dias e nossos horários.
Claro que existem aqueles que possuem mais tempo livre do que foi demonstrado aqui e outros que possuem menos tempo livre, como por exemplo, pais que precisam se dedicar à família. Porém, isso não pode ser desculpa para não organizar nossa vida e não praticar os atos mínimos de evolução espiritual (estudo espírita, profissional, exercícios e caridade).
Aliás, trata-se de excelente oportunidade para ensinar o mesmo para os filhos, para que já se desenvolvam com estes hábitos saudáveis que resultarão em verdadeira fortaleza íntima.

Então, organizemos nossas vidas para um efetivo crescimento espiritual, começando por nossa semana, nossos dias e nossos horários, incluindo, necessariamente, estudo profissional, estudo espiritual, exercícios físicos e a prática da caridade.

Mensagem psicografada por Breno Costa no dia 26 de Fevereiro de 2014

O Medo da Morte

O temor da morte pode ser analisado sob dois enfoques: o de ocorrência natural irreversível, consoante ao cessamento das atividades biológicas do corpo físico, ou o de experiência específica relacionada à existência humana. Como fato natural, a sociedade possui procedimentos médicos e legais que atestam o falecimento. O destino dado aos despojos físicos faz parte das tradições culturais dos povos, manifestadas nas cerimônias fúnebres de sepultamento ou cremação do cadáver.

Em sua relação específica com a existência humana a morte pode ser entendida:

como início de um ciclo de vida;
como fim de um ciclo de vida;
como possibilidade existencial.

[…] A morte é entendida como início de um ciclo de vida por muitas doutrinas que admitem a imortalidade da alma. […]

O conceito de morte como fim do ciclo de vida foi expresso de várias formas pelos filósofos. Marcos Aurélio considerava-a como repouso ou cessação das preocupações da vida. […]

O conceito de morte como possibilidade existencial implica que a morte não é um acontecimento particular, situável no início ou término de um ciclo de vida do homem, mas uma possibilidade sempre presente na vida humana, capaz de determinar as características fundamentais desta. […]¹

Em geral, o temor da morte está associado à expectativa de um possível sofrimento que esta acarretaria. Soma-se a este fato o desconhecimento ou desinformações equivocadas a respeito da realidade extrafísica para onde o Espírito se transfere, após a desencarnação.

Para o Espiritismo,

A extinção da vida orgânica resulta da separação da alma em consequência da ruptura do laço fluídico [perispiritual] que a une ao corpo. Essa separação, contudo, nunca é brusca; o fluido perispirítico só pouco a pouco se desprende de todos os órgãos, de sorte que a separação só é completa e absoluta quando não reste mais nem um átomo de perispírito ligado à molécula do corpo. […]²

Em O livro dos espíritos, Allan Kardec apresenta outras considerações relacionadas ao assunto:

Durante a vida, o corpo recebe as impressões exteriores e as transmite ao Espírito por intermédio do perispírito, que constitui, provavelmente, o que se chama fluido nervoso. Uma vez morto, o corpo nada mais sente, visto não haver mais nele Espírito, nem perispírito. […] Ora, não sendo o perispírito, na realidade, mais do que simples agente de transmissão, pois é o Espírito que possui a consciência, deduz-se que, se pudesse existir perispírito sem Espírito, aquele não sentiria mais que um corpo morto. Do mesmo modo, se o Espírito não tivesse perispírito, seria inacessível a toda sensação dolorosa. […]³

Interpretações filosóficas e crenças religiosas equivocadas, ou distorcidas, muito têm contribuído para o medo da morte, como esclarece Emmanuel:

Teólogos eminentes, tentando harmonizar interesses temporais e espirituais, obscureceram o problema da morte, impondo sombrias perspectivas à simples solução que lhe é própria.

Muitos deles situaram as almas em determinadas zonas de punição ou de expurgo, como se fossem absolutos senhores dos elementos indispensáveis à análise definitiva. Declararam outros que, no instante da grande transição, submerge-se o homem num sono indefinível até o dia derradeiro consagrado ao Juízo Final.

Hoje, no entanto, reconhece a inteligência humana que a lógica evolveu com todas as possibilidades de observação e raciocínio. […]

Como qualificar a pretensão daqueles que designam vizinhos e conhecidos para o inferno ilimitado no tempo? Como acreditar permaneçam adormecidos milhões de criaturas, aguardando o minuto decisivo de julgamento, quando o próprio Jesus se afirma em atividade incessante?

Os argumentos teológicos são respeitáveis; no entanto, não deveremos desprezar a simplicidade da lógica humana.

[…] Somos almas, em função de aperfeiçoamento, e, além do túmulo, encontramos a continuação do esforço e da vida.4

O entendimento da morte e do morrer contribui, e muito, para a nossa melhoria espiritual, afirma Elisabeth Kübler-Ross (1926-2004), conhecida psiquiatra suíça, naturalizada americana, profunda conhecedora do tema morte, a respeito do qual escreveu vários livros. Elisabeth considera o conhecimento sobre a morte uma necessidade evolutiva:

Embora possa parecer estranho, um dos caminhos mais produtivos para a evolução é encontrado através do estudo e da experiência da morte. Talvez a morte nos lembre que o nosso tempo é limitado e que é melhor realizarmos os nossos objetivos aqui na Terra antes que ela se esgote. Seja qual for a razão, indivíduos que tiveram a sorte de compartilhar a morte de alguém que lhe compreendeu o significado parecem mais bem capacitados a viver e evoluir devido a sua experiência. Aqueles imersos na tragédia de mortes maciças durante a guerra, e que enfrentaram isso com retidão, não permitindo a seus sentidos e sentimentos que se tornassem entorpecidos e indiferentes, emergiram de suas experiências com evolução e humanidade maiores que os que o conseguiram através de quaisquer outros meios.5

A educação para a morte fornece condições a que se enfrente com serenidade e coragem o momento final da experiência reencarnatória. Tem o poder de estimular o próprio processo de espiritualização, favorecido pelo desenvolvimento de virtudes e pelo combate às imperfeições. Neste contexto, o indivíduo passa a compreender, então, como a vida no plano físico é passageira e quanto é nocivo o apego aos bens materiais, como bem assinala o Espírito Lacordaire:

O amor aos bens terrenos é um dos mais fortes entraves ao vosso adiantamento moral e espiritual. Pelo apego à posse de tais bens, destruís as vossas faculdades de amar, ao aplicá-las, todas, às coisas materiais. […]6

Em síntese:

A vida espiritual é, realmente, a verdadeira vida, é a vida normal do Espírito; sua existência terrestre é transitória e passageira, espécie de morte, se comparada ao esplendor e atividade da vida espiritual. O corpo não passa de vestimenta grosseira que reveste temporariamente o Espírito, verdadeiro grilhão que o prende à gleba terrena, do qual ele se sente feliz em libertar-se. […]7

Referências:

1 ABBAGNANO, Nicola. Dicionário de filosofia. Trad. Alfredo Bosi e Ivone Castillo Benedetti. 4. ed. São Paulo: Martins Fontes, 2000. p. 684-685.
2 KARDEC, Allan. O céu e o inferno. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 1. imp. Brasília: FEB, 2013. pt. 2, cap. 1, it. 4, p. 156.
3 ____. O livro dos espíritos. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 4. ed. 2. imp. Brasília: FEB, 2014. q. 257, p. 160.
4 XAVIER, Francisco C. Caminho, verdade e vida. Pelo Espírito Emmanuel. 9. imp. Brasília: FEB, 2015. cap. 68, p. 151-152.
5 KÜBLER-ROSS, Elisabeth. Morte: estágio final da evolução. Trad. Ana Maria Coelho. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 1996. cap. 5, p. 161-162.
6 KARDEC, Allan. O evangelho segundo o espiritismo. Trad. Evandro Noleto Bezerra. 2. ed. 2. imp. Brasília: FEB, 2014. cap. 16, it. 14, p. 220.
7 ____. ____. cap. 23, it. 8, p. 285.

por Marta Antunes Moura
Revista Reformador

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